sábado, 24 de dezembro de 2011

World Tour 2011 - retrospectiva surf

Este ano iniciou-se uma nova fase com a entrada no WT de Alejo Muniz e, após o corte do meio do ano, do Gabriel Medina e Wagner Pupo.
Foi também um recomeço por conta da volta aos grandes palcos, estrelando Rio de Janeiro, além dos estreantes Nova Iorque e São Francisco. Um recomeço para Raoni Monteiro e Heitor Alves, dois dos nossos sete representantes no tour, que, por motivos diversos, estiveram na elite, caíram e voltaram.
Foi o fim para um americano no WT: Bobby Martinez. Também ganhou o prêmio polêmica do ano [culpa da ASP, que coloca chifre em cabeça de cavalo). Sem papas na língua, mas com excesso de fuck em seu discurso, destilou todo seu desagrado com o sistema implantado ano passado (o corte no meio do ano e a (semi-)unificação dos rankings].
Por fim, houve uma repetição: o campeão, pela 11ª vez, Slater - que, diga-se de passagem, perdeu duas vezes para o Medina (França e São Francisco) e outras duas para o Mineirinho (Bells, de lavada, e Portugal).
Polêmicas
◊ Erro de cálculo, por parte do algoritmo usado no programa da ASP dá o título ao Slater antes da hora. Algumas cabeças rolariam, mas acabou que foi só a do CEO da ASP, Brodie Carr.
◊ Jeremy Flores convidado para o Eddie Aikau. Como assim? Normalmente, os big-riders passam anos surfando ondas grandes/gigantes até serem honrados com um convite desses. E nem todos ganham, já que as vagas são limitadas. Tudo bem que ele teve uma atuação de destaque em Teahupo'o e faturou o PipeMasters de 2010, mas isso, apesar de muito, não é suficiente para ganhar uma vaga. Bola fora da Quiksilver, patrocinadora do evento.

◊ Uma que ficou por conta dos australianos: o floater insano do Mineirinho nas quartas de final (etapa do Rio) contra um aéreo meia-boca do Owen Wright. Mais uma prova da falta de noção dos aussies. Totalmente desnecessário.


Pra finalizar a postagem: