terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Carnaval? Quem? Onde? Como? Já acabou?


Hermanos, sou um apreciador dos folguedos de Momo. Essa declaração pode soar bombástica para muitos, mas... é isso aí, me amarro em carnaval! Mesmo assim, sou comedido, passo esses quatro dias de festejos curtindo a minha folia particular: bebendo cerveja em quantidades industriais, pulando de um lado para outro e zoando quem aparecer na minha frente. Tem gente que se arruma, faz fantasia, e para quê? Depois fica tudo mundo um bagaço, doidão, e termina escornado na avenida Rio Branco. Ta lá fantasiado, bonitinho, mas tá escornado na avenida Rio Branco.
Diferente de outros anos tão comedidos como eu possa ter tido, resolvi sair da minha “zona de conforto” e me aventurar pelas selvas de Botafogo. O primeiro passo foi o mais difícil, sair de casa. A cabeça tava pesada devido à folia do dia anterior (Cordão da Bola Preta), mas tomei coragem e um balde de café e eu e minha camiseta do Sonic Youth colocamos nosso bloco na rua. Passei pelo Bonde da Folia, que já saiu sem o carro de som (o pessoal acreditou que um vereador iria bancar a farra. Doce ilusão). O que veio na sequência foi uma demonstração de amor ao Momo que nem eu imaginava que tinha, pegar o metrô. Puta que pariu!!!!!!! Todos os vagões estavam lotados de uma forma que não passava bactéria com vaselina. Como diria um amigo meu: carnaval é um esporte de contato, e eu caí para dentro com tudo. Depois de uma desconfortável viagem sem ter onde me apoiar, cheguei na quebrada.

Encontrei com Jônatas, meu grande chapa, e bebemos umas poucas cervejas, só umas dez. Quando eu já estava quase me sentindo eu mesmo de novo, toca o telefone. “Vamos nessa, mermão”, informa aquela digníssima criatura de Jônatas, me pegando pelo braço. O destino? Bloco Cru!!!!! E digo mais: bom bagaralho. Achei um barato a mistura de rock com batucada, embora eles tenham a tristeza de tocar uma música da série “As mais manjadas das mais manjadas”: Should I Stay or Should I go. Mas vá lá, a cerveja do boteco tava gelada e a rapaziada, maior animação. Comedido como sou, zoei o plantão literalmente, nem o PM que tava na segurança, que foi um cara muito maneiro e não me levou em cana, escapou.
Em determinado momento encontro o Alemão e o Capíta, meus amigos de longa data, e zoamos mais um pouco, só para não deixar passar em branco. Depois eu me perdi do Jônatas. Eu estava legal e, comedido como sou, só bebi mais umas “trezentas e trinta e doze” cervejas. liguei para este último, que foi um verdadeiro gentleman e me deixou dormir no sofá. ZZZZZZZZZZZ.
Segunda-feira de carnaval, é dia de Bloco de Segunda, mas essa é outra história.
Resumo da ópera: no carnaval o couro come, a jiripoca pia, chuta-se o pau da barraca... e depois tudo volta ao normal. Curioso isso, né?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Imprensa

Nunca vi nenhuma press conference como essa. Tinha que ser de um dos caras mais rock & roll da história: Tom Waits. Curioso foi o fato de ter visto este vídeo no blergh da Steph Gilmore (tricampeã mundial de surf, etc e tal).

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Carnaval em Itamambuca

Itamambuca (Ubatuba/SP)

Pra quem não sabe (deve ser pouca gente), Itamambuca é uma praia de Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Fui pra lá a fim de surfar neste carnaval. As previsões eram favoráveis (e se concretizaram), tanto de ondulação quanto de tempo, este último um aspecto importante pra quem vai acampar.
O camping do EcoResort fica na parte de baixo da foto, do canto esquerdo até o rio, que tinhamos de atravessar (20m?) para chegar à praia. Não havia correnteza, é raso e a água estava em torno dos 20º. Já na praia, a coisa mudou de figura. A água estava razoavelmente clara, em torno dos 25º (quente d+) e uma velha conhecida: a correnteza de leste, razoavelmente forte. Teve onda todo dia, de sábado até terça, variando de meio metrinho a 1 metrão; a ondulação estava, como a correnteza, de leste, quando a melhor é a de sul, mas isso não impediu-me de pegar umas boas e razoavelmente longas. Diferente daqui, havia muito mais ondas pra direita do que pra esquerda, o que muito me agradou (sou regular); pode ser considerada uma onda fácil, boa pra iniciantes.
Pra quem não quer atravessar rio pra chegar à praia, há diversas outras pousadas, e há que se marcar com razoável antecedência, principalmente em feriados e férias - como em qualquer outro balneário. É bem fácil de encontrar pelo google. O que fiquei, além do camping, tem vários chalés simples e outros mais alto nível, além da infra-estrutura bacana: piscinas, área para as crianças, de esportes, de jogos, bares/restaurantes.
Espero poder voltar lá, pois não pude ir às outras praias, principalmente a Félix, que dizem ser praticamente só tubo pra direita, além de a arrebentação ser mais perto.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sonho


Empenhei-me em publicar alguma coisa por semana...
Então lá vai...
uma imagem vale mais que mil palavras.
abraços cervejeiros
Pedro