quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Tríplice Coroa Havaiana 2010 - Resumo

Tríplice Coroa HavaianaNa postagem anterior fiz uma prévia do que é a TCH, Tríplice Coroa Havaiana. Agora segue um resumo.
Haleiwa - Hawaiian Pro marcou o retorno de Joel Parkinson às competições depois de vários meses se recuperando de um corte sinistro no pé. E retornou em grande estilo, ganhando a primeira jóia da coroa havaiana. O brasileiro mais bem colocado foi o Alejo Muniz, que perdeu nas quartas de final. Ano passado, esse cabra foi eleito o Novato do ano (da TCH) por ter sido o atleta com menos de 20 anos mais bem colocado.

Sunset World Cup foi onde a lenda Fabinho Gouveia tornou-se o primeiro brasileiro a ganhar uma etapa no Havaí. 19 anos depois, Raoni Monteiro tornou-se o segundo, levando à loucura os brasileiros que assistiam a final. Com o resultado, ele ficou a depender dos resultados de 3 surfistas da elite em Pipeline para voltar, ou não, ao World Tour. Alejo Muniz, que terminou novamente nas quartas de final, também tem chance. Neste ano, a etapa ficou estranhamente marcada por ondas pequenas, imcompatíveis com a fama do lugar.

PipeMasters, 40ª edição, em memória a Andy Irons. O mar continuou pequeno para os padrões havaianos (máximo de 2m). Os brasileiros Mineirinho e Jadson não tiveram boas colocações, perdendo na 3ª fase. Os resultados de outras baterias confirmaram a presença de Raoni e Alejo, além do Heitor Alves, que já estava classificado, no World Tour em 2011. Sobre o campeonato em si, o mais bacana foi ver o Jeremy Flores ser o primeiro europeu (ele é francês, nascido nas Ilhas Reunião) a vencer o Masters. Talvez seja o único no tour a saber português sem ser brasileiro ou lusitano. O garoto mereceu pela consistência e pela inteligência com que competiu na semi-final contra o Slater, o bicho-papão do circuito.

Pra finalizar, três observações:
1. Joel Parkinson ficou com o título da TCH pela 3ª vez seguida, um feito e tanto.
2. Joel perdeu, com alguma polêmica, na 3ª fase para Owen Wright, o que deu a este último o título de Novato do Ano, um título pelo qual o Jadson também concorria. Rolou uma sensação de que os australianos armaram. De novo.
3. Foi a primeira vez que a decisão da TCH feminina foi decidida em Pipeline. Uma única bateria com a presença da tetracampeã mundial, Steph Gilmore, Alana Blanchard, Coco Ho (filha do vencedor do PipeMasters de 1982, Mike Ho) e Tyler Wright (irmã do Owen Wright). Adivinha quam ganhou a bateria e a TCH? Ela de novo: Stephanie Gilmore.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tríplice Coroa Havaiana 2010

Embate de titãs Este fim de semana (12/11) se inicia a temporada havaiana de competições de surf. Fui dar uma checada no site do evento e me deparei com a notícia bombástica do confronto entre 4 campeões: Sunny Garcia, foi campeão em 2000, Occy, em 1999, Curren, em 1985, 86 e 90, e Tom Carrol, em 1983 e 84.

Para quem não sabe, as competições da TCH (Tríplice Coroa Havaiana) ocorrem em 3 das 4 mais famosas ondas daquelas bandas:
1. Haleiwa: onda bastante manobrável com direito a tubos, funciona de meio metro a 5 metros. A seção final da onda é chamada toilet bowl, onde muitos viram carne moída e alguns poucos embarcaram para ondas etéreas;
2. Sunset: onda pra direita difícil de surfar, não importa se está 1m ou 5. Se um cara for bom em Sunset, torna-se respeitado meio que automaticamente, de tão sinistro que é. Chegam a dizer que com 3 metros dá mais medo do que Waimea com 5m.
3. Pipeline: acho que, junto com Waimea, é a mais famosa. É a única etapa havaiana que faz parte do World Tour (as 2 anteriores são Prime, ou seja, 2ª divisão). Por conta disso, mesmo que um brasileiro prime ganhe em Haleiwa e Sunset, ele não poderá competir em Pipe, o que torna mais difícil ainda termos um brasileiro campeão da TCH.

Curiosidade cervejística: um dos patrocinadores é a Bud Light Lime, uma cerveja que nunca vi por aqui, mas, pelo nome, não é muito promissora. Se alguém já tiver uma opinião formada (e a cerveja tomada), pedimos que poste um comentário sobre a dita cuja.

sábado, 6 de novembro de 2010

Slater 10x

Slater 10xFiquei um bom tempo afastado do surf. Ainda mais tempo longe da mídia surfística, tanto que não vi nenhum dos títulos do Slater no milênio passado, a não ser o de campeão amador - e foi pela tv, a internet engatinhava naquela época. As ondas estavam muito pequenas e ruins, e é impossível avaliar corretamente o surf de alguém nessas condições. O milênio terminou, o floridiano acumulou 6 títulos, recorde absoluto, e retirou-se do circuito.

Em 2005, quando voltei a morar no Rio, me interessei de novo. Graças à banda larga, passei a acompanhar os campeonatos. Isso foi durante a etapa de Teahupoo, que marcou o ponto de virada de Slater naquele ano (ele voltou ao circuito em 2003), em que ele acabou por, enfim, 'bater' o AI, apelido do Andy Irons, a quem dedicou o 10º caneco.

Estamos em 2010, são 6 anos (re)acompanhando o circuito mundial, e esse tal de 'Carlos Leite', como o grande Fabinho Gouveia o chama, conquistou mais 4 mundiais. Segundo o site do Globo Esporte, só o italiano Giacomo Agostini, 15 vezes campeão na motovelocidade, ganhou mais que ele. É quase impossível bater esse recorde...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Andy Irons morre de causas ainda desconhecidas

Acordar cedo é bom, mas levar uma notícia dessa pela proa não é fácil.
http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2010/11/02/morre-nos-eua-andy-irons-tricampeao-mundial-de-surfe-922934221.asp
Suspeita-se que foi uma dengue contraída em Portugal.
Acho pouco provável, mas não sou médico, né.
Que descanse em paz, campeão.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Bar Araújo

O trabalho, que nos deixa tanto tempo longe do mar e dos botequins, enviou-me a um curso, em pleno sábado, no centro da cidade. Cansado da comida do Downtown, não iria perder a oportunidade de ir a algum bom boteco e comer algo que há tempos não comia: sanduíche de pernil. No centro do Rio não falta boteco, graças aos céus. E o mais perto do tal curso é o Bar Araújo, na esquina da Rua da Alfândega com a Miguel Couto. Tradicional, com preços tradicionais, e bem servido. As fotos abaixo representam a clássica sequência: 1. identificação do boteco; 2. olhada no cardápio; 3. análise da comida do balcão; e 4. pedido de molho de limão pra acompanhar o sanduíche. Fora isso, bebidas como Underberg, Genebra e Jurubeba estão sempre geladas - além, obviamente, das cervejas. Bom apetite!


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Trestles

Trestles - Bede DurbidgeNeste último sábado rolou as finais do campeonato em Trestles. Esta etapa foi um marco na história da ASP por dois motivos: reduziu-se de 45 para 36 o número de competidores, e agora há duas repescagens (maiores detalhes aqui). Trestles também pode ter sido o ponto de partida para o tão propalado 10º título de Slater, o único, por enquanto, a vencer duas etapas do tour este ano. O mais importante, porém, foi eu ter tido o sábado mais calmo dos últimos meses =).

Com o novo formato, Kelly e 'Durbo' (o cara da foto) surfaram 4 baterias durante o dia, em um total de 2 horas dentro d'água. Isso requer um preparo físico sinistro, que um dos favoritos, o Dane Reynolds - infelizmente - não tem (na entrevista à Fluir, ele diz q o fim da tarde é reservado às cervejas). Outro ponto a se destacar é o fato de a final ter sido entre competidores, não por surfistas que frequentam campeonatos, que é o caso da maioria. Poucos realmente se importam com tática, estratégia, e menos ainda têm um comportamento tão agressivamente competitivo quanto estes dois. Não é algo que eu ache muito bacana, é só uma constatação.

Os brasileiros Mineirinho e Jadson passaram apenas uma fase, mas eles devem se recuperar nas etapas da Europa (França e Portugal), a partir deste próximo sábado, 25. Assim espero.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Frases etílicas (parte 1)

Enquanto o trabalho nos arranca o couro, recorremos a terceiros para que não fique um vazio neste blog e ainda aproveitamos para dar uma força aos nossos leitores com estas frases de auto-ajuda(?!).

'Se acontece algo de mau, bebe-se para esquecer; Se acontece algo de bom, bebe-se para celebrar, e se nada acontece, bebe-se para que aconteça qualquer coisa.' (Charles Bukowski)

'Só sofre por amor quem não tem dinheiro pra beber.' (desconhecido)

'Dinheiro não traz felicidade, mas compra cerveja, o que dá na mesma' (desconhecido)

'Por acaso você já viu, uma taça de vinho dizendo que vai te ligar no outro dia, e não liga? Ou uma dose de tequila dizendo que é jovem demais pra se envolver? Ou uma latinha de cerveja pedindo um tempo pra decidir se realmente te quer? Ou ainda uma garrafa de smirnoff dizendo que você é a pessoa certa na hora errada? Por acaso uma garrafa de vodka já beijou alguém na tua frente? Ou então você já levou chifre de um litro de whisky? Não né? Francamente! Vamos beber, porque amar tá FODA!' (@famousphrases)

'Abstêmio: Pessoa fraca que se rende a tentação de negar um prazer a si próprio.' (Ambrose Bierce)

'Comecei uma dieta: cortei a bebida e as comidas pesadas e em quatorze dias perdi duas semanas!' (Tim Maia)

'Dizem que eu tenho um defeito, que sou cachaceiro. Mas isso é mentira. Cachaceiro é quem fabrica cachaça, eu sou consumidor.' (Domingos Pontes)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

BWWT - calendário 2010

Prezado(a)s, o trabalho tá que tá para nós que aqui escrevemos. Mal temos tempo para uma 'hora-feliz' (happy-hour). Entonces, para não ficarmos tanto tempo sem nada novo por aqui, segue o calendário do Big Wave World Tour. Hoje começou a 2ª etapa, que acontece no Peru. Curioso notar que 3 dos 5 eventos ocorrem na América Latina: o 1º no Chile, o 2º vocês já sabem, e o último será no México. Os outros 2 são nos Estados Unidos. Se este tour deslanchar, a África do Sul (olha eles aí de novo) e a Europa provavelmente entrarão no calendário.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

África do Sul

Jeffreys Bay, África do SulJeffrey's Bay. Uma das melhores ondas do mundo. Fundo de pedra, água gelada, visitada por tubarões brancos, baleias e golfinhos. Fica a oeste de Porto Elizabeth, na província de Cabo Oriental.

A partir de meados dos anos 1980, o campeonato de surf de lá passou a ser boicotado por causa do apartheid, perdendo importância no cenário mundial. A coisa era tão feia na era pré-Mandela, que o Ian Cairns, um dos fundadores da ASP, no relato sobre o lugar, conta que o racismo dos afrikaners é tão forte que mesmo ele, um branquelo australiano, não era bem visto por lá.

O evento deste ano, no fim de semana anterior, foi histórico para o pessoal de lá, pois desde Shaun Tomson, campeão mundial em 1977, um representante do país não ganhava um campeonato sequer. O vencedor da prova deste ano foi o Jordy Smith, líder atual do ranking e que já era uma promessa há 2 anos atrás.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Ravache Gold - cerveja Premium?

Como diria um amigo, a vida prega peças. Depois de um começo moroso, o ano pegou fogo: estava desempregado e arrumei um serviço que dá mais trabalho do que dinheiro, tive algumas contusões, fiquei doente, fiz uma endoscopia e o meu carro pegou fogo. Não preciso dizer mais, né? Depois de tudo isso, as coisas vão se arrumando. É parte do método Poliana de ver a vida. Por isso achei que seria bom gastar um pouco mais com uma cerveja bacana. Ledo engano.

Comprei a Ravache Gold 600 ml (produzida pela Guitts) mais pelo preço (R$ 3,90) e pela curiosidade do que qualquer outra coisa. Afinal, a minha situação não poderia piorar, gastar um pouco mais no mercado para experimentar uma cerveja nova não me faria mal. Antes de abrir a dita cuja dei uma olhada na Internet para ver do que se tratava, ela segue a Reinheitsgebot (a lei alemã de pureza da cerveja), é produzida com maltes importados e água da Serra dos Cristais. Não sou afeito a grandes conhecimentos de gastronomia ou harmonização, mas ouvir a voz do povo vale a pena. Numa avaliação de Internet, essa cerveja leva 2 ½ estrelas. Até aí, tudo bem. Em época de dificuldades já bebi Santa Cerva e outras menos cotadas.

Na sexta-feira pela manhã, coloquei a garrafa na geladeira (pelo que li tem que beber numa temperatura de 6º ou 7º).

No início da noite desse mesmo dia, parti para o abraço. Eu gosto de cerveja, isso não é novidade nem jamais fiz segredo disso, mas gosto de uma cerveja boa ou pelo menos honesta. A Ravache Gold deixou a desejar, me senti enganado. O sabor parece um tanto falso, é amarguinha no começo, mas termina aguada. Ela lembra a Devassa (depois que foi comprada pela Schincariol), o primeiro sabor que se sente é o do malte, o resto é água. Tentei dar outra chance para a pobrezinha, segundo os “gurus” do Brejas a bebida ganha mais corpo se esquentar um pouco no copo. Não deu muito certo, não. Ainda me senti enganado.

Pesquisei um pouco mais sobre o fabricante e descobri que a Guitts é o braço alcoólico do guaraná Convenção. Seguindo o método Poliana de ver a vida, poderia ser pior, essa cerveja poderia ser feita pelo guaraná Pakera. Compreendo a questão de reposicionamento de mercado etc. e tal, mas se ela é produzida com matérias-primas importadas, a culpa nem deve ser do mestre-cervejeiro, não, deve ser da água de Jundiaí.

Nossa redação jura de pé junto que o leite de soja foi posto ali para denegrir nossa imagem.

sábado, 19 de junho de 2010

Rio SK8 Day

versão beta - 100ª postagem
Rio SK8 Day

O dia 21 de junho é o dia mundial do skate, primo-irmão do surf, mas na cidade do Rio de Janeiro, a data é celebrada hoje (19/06) na Praça XV de Novembro. Wilson Domingues, o Wilbor, um dos organizadores do 3º Rio Sk8 Day, juntou-se a outras entidades, como a Briza e a Red Nose (marca voltada a esportes radicas), para mostrar que o skate do Rio de Janeiro não está morto.

Segundo Wilbor, o pessoal que anda de carrinho na Praça XV dá vida à região. A agitação de skatistas passando auxilia na proteção dos pedestres, já que muitos correm atrás de assaltantes e punguistas que assustam os incautos. No entanto, estes mesmo skatistas são enxotados pela guarda municipal com a desculpa de que a prática deste esporte, ali, não é permitida (,mas também não é ilegal,) e que o patrimônio público é depredado. Sob este aspecto é interessante notar que o próprio Wilbor apresenta a idéia de cantoneiras para preservar os edges (degraus, meios-fios etc) mais usados, sabendo que, se não forem consertados corretamente, tem uma vida útil pequena. A busca pelo uso da Praça XV como área de pratica do skate passa por entraves burocráticos, falta de apoio concreto por parte da federação e da classe política, algo pelo qual São Paulo não passa. Segundo nossa reportagem pesquisou na Internet, Barcelona, na Espanha, uma das cidades mais skate do Mundo tem manutenção permanente de seus espaços públicos utilizados para a prática do esporte. A cada ano, os picos mudam, pois passam por manutenção e remodelagem constante. Vale a pena ver estes links

Os skatistas são conhecidos por serem ativistas criativos, mas na cidade do Rio o que falta é união. Segundo apuramos a Faserj (Federação de Skateboard do Estado do Rio de Janeiro) apóia o evento, mas ainda falta muito apoio. O problema que observamos para uma evolução ainda maior do skate no Rio é a falta de união, uma coisa é estar junto outra é integrar ações que deem mais visibilidade, resultados e que funcionem em prol dos atletas.

Wilbor, organizador
Wilbor, organizador
Cartazes do evento
Cartazes do evento

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Copa da África, parte 1

Copa da África: Holanda x Dinamarca
O primeiro jogo do Brasil será amanhã. Mas o jogo mais esperado por mim foi hoje: Holanda x Dinamarca. A foto ao lado explica o motivo, apesar de estar bem pequena e não deixar perceber que uma das dinamarquesas está segurando uma garrafa de cerveja (Tuborg? Carlsberg? ou uma local?).
Jogos de copa do mundo são sempre um bom motivo pra beber com os amigos e com os desconhecidos. Problema é ser comum a qualidade do atendimento e do chopp, ou da cerveja, caírem por conta do aumento da demanda. Porém, fazer o que? Não deixaremos de beber por conta disso.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Os 4 grandes

Este mês ocorrerá uma série de shows com os quatro grandes nomes do thrash-metal: Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax. No dia 22 o show será em Sófia, Bulgária, e este será transmitido mundialmente para diversos cinemas, inclusive para o Rio (Cinemark Downtown e Praia de Botafogo). O ingresso é salgado para cinema, mas não para um show desses: R$80.

Das quatro, conheci primeiro Slayer e Metallica através de um programa de metal na extinta Fluminense FM, a Maldita, hoje Band News. Fita K7 a postos, como sempre, gravei as músicas, para entender melhor depois, já que tinha ficado em estado de choque - para quem ouvia Black Sabbath, AC/DC e Iron Maiden, foi chocante descobrir que se podia fazer um som ainda mais pesado. Um outro domingo, quando tocava o tal programa, descobri Anthrax e Megadeth. E haja fita K7. Depois, haja dinheiro pra comprar os discos. Na época, era comum cada banda, não importa o gênero, lançar um novo álbum a cada ano; em compensação, comprar os discos era menos dispendioso. Se faltasse dinheiro, era só deixar uma fita com um amigo que tivesse o disco e o "problema" estava resolvido.

Muitas bandas que surgiram nessa época, início dos anos 80, foram capazes de trazer algo novo à música, com identidades/sonoridades que as diferenciavam muito umas das outras. Os anos passaram, integrantes foram trocados, sonoridades mudadas, mas os Big Four ainda mantém muito da sua identidade original, mesmo o Metallica, que se tornou o maior deles (do ponto de vista mercadológico).

Caso me decida a assistir ao show (dúvida por causa do preço), conto depois como foi.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mestres (do Rock)

Show de dinossauros na África do Sul
Depois de um almoço regado a alguns chopps e um par de doses da marvada, voltei ao trabalho pra 'cumprir ponto'. Acessei as notícias relativas à copa pra entender quais dias poderei beber desmesuradamente sem contrangimento e acabei por encontrar uma notícia no G1 sobre um show de dinossauros na África do Sul. Ver o nome do Deep Purple não me causou nenhum frisson, mas os nomes abaixo do deles me deixou com pulgas atrás da orelha. Se estivesse sóbrio, procuraria notícias sobre ambos, mas, chapado como estou, anotei a idéia de escrever alguns posts posteriores sobre bandas dos anos 60 e 70, quando eu ainda era novo =).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Embaixadas

Roy Powers: surf, cerveja, roquenrôu e futebolHoje vi uma matéria típica do globo esporte, ou seja, meio brega. Durante o campeonato que rolou em Imbituba(SC), o programa desafiou os surfistas da elite mundial a fazer embaixadinhas. Como o futebol não é um esporte popular nos países que dominam o cenário do surf-competição (EUA, Austrália e Havaí - considerado país à parte no mundo do surf), não foi de espantar que poucos tenham participado, mesmo não valendo nada, só uma camisa da seleção brasileira para o vencedor, que foi o Jadson André, também ganhador do campeonato (de surf).
Um ponto a favor é que em trechos do vídeo toca AC/DC. Outro, é a parte em que o Roy Powers(Havaí) faz embaixadinhas (conseguiu 36) enquanto bebe uma cerveja. Ou seja, numa só matéria tem surf, cerveja e roquenrôu, além de futebol como brinde (não vamos mudar o nome do blog por causa disso). Para ler a matéria e ver o vídeo, clique na imagem ao lado.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Totó, o cão maravilha

Um cachorro que pega a cerveja do dono.
Nem o César Milan opera esse milagre.
O bicho é quase um controle remoto.
Quando crescer quero ter um animal assim.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Carlos Burle, campeão mundial de ondas grandes

No começo, era só pelo desafio. Logo, as apostas subiram e a corrida se concentrou nos cheques do XXL. E, agora, surfistas de ondas pesadas têm um WT (campeonato mundial), que acaba de declarar seu primeiro campeão – o brasileiro Carlos Burle.

“Isso não é só meu, é de todos vocês. É do nosso esporte”, disse Burle para uma multidão de convidados que reunia os melhores surfistas de ondas grandes no Surfing Heritage Foundation. “Quero que todos subam aqui e levantem esse troféu comigo”.

Um a um, o palco se encheu com pessoas como Peter Mel, Mark Healey, Greg e Rusty Long, Ramon Navarro, Twiggy Baker e outros watermen corajosos. E pela primeira vez na história, uma ideia de realização tomou conta da comunidade de big riders. Burle, obviamente humilde, embora tenha sido o primeiro campeão do recém-formado tour, disse que essa irmandade foi sua fonte de inspiração.

“Estou muito feliz de estar aqui – aos 42 anos de idade –, de remar com vocês alargar as fronteiras”, acrescentou Burle em seu discurso de agradecimento. “O que fazemos não é fácil. O que fazemos é a maior e mais estressante coisa do mundo. Nunca sabemos quando vai rolar. Não temos hora marcada. Temos que viajar de última hora, geralmente num voo noturno. E temos que enfrentar ondas monstruosas. Somos os seres humanos mais preparados do planeta”.

Por ironia, Burle faturou o último “campeonato de ondas grandes” que houve. O ISA Big Wave Challenge de 1998, em Todos Santos, deu um estímulo que durou mais de 12 anos. E agora, depois dos quatro eventos do Big Wave World Tour (BWWT), as esperanças de um circuito mundial de surf em ondas grandes tornou-se uma realidade.

“As fotos do evento da ISA em 1998, em Todos, foram uma grande inspiração para mim. Nos dedicamos para que isso acontecesse”, explicou Greg Long, o homem que deu a ideia para o tour. “O Big Wave World Tour é um sonho do Gary Linden (o organizador do tour) faz muito tempo. Se o surf de ondas grandes ficou mais popular, por que todos não poderiam falar a mesma língua e se organizar? Tem que começar em algum lugar. A ideia era criar um tour factível e deixá-lo crescer.”

Ao somar os resultados do Quiksilver Ceremonial Puta de Lobos, no Chile; Billabong Pico Alto Invitational, no Peru; the Maverick's Surf Contest, na Califórnia EUA; e Todos Santos Big Wave Event, no México; Burle – finalista em todos os eventos – foi declarado o campeão mundial de ondas grandes 2009/2010. Long, embora tenha ganhado o Quiksilver In Memory of Eddie Aikau, em Waimea, ficou em sétimo. (Eddie é considerado um evento à parte do BWWT. Mesmo que esse resultado fosse computado, Burle ainda seria o campeão).

O BWWT quer adicionar um quinto evento para temporada 2010/2011 e incluir o Nelscott Reef Contest, que havia mudado seu foco de tow-in para surf de remada. O tour ainda espera melhorar e ter mais oportunidades de patrocínios, em particular no evento de Todos, que foi pessoalmente fundado por Long e Linden e não tem prêmio em dinheiro.

“Por mais que precisemos do dinheiro, foi a paixão e a vontade que fez as coisas acontecerem”, lembrou Linden. “Todos trabalhamos de graça. É uma das maiores coisas que já vi em minha vida de surf. Todos estavam lá porque queriam estar. Foi o que uniu tão bem esse tour”.

E se ficar próximo da confraria dos big riders por algum tempo, verá que a paixão se origina puramente do amor e da coragem. Com ou sem tour, com prêmio em dinheiro ou uma garrafa de tequila. Esse pessoal vai sempre ver os gráficos LOLA e pegar os últimos voos para os cantos mais distantes do globo a fim de levar o esporte além do imaginável.

E como resumiu Long falando em nome de cada big rider no auditório, “Faríamos isso de qualquer maneira, mesmo sem prêmio”.

Leia no original. Há tembém um vídeo bacana sobre a temporada toda.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Tipo O Negativo

Type O Negative Mais um que se vai: Peter Steele [Type O Negative] morreu 4ª-feira de insuficiência cardíaca (ñ confirmado). Maiores detalhes, em breve, no site da banda.
O T.O.N. nunca fez parte da minha lista de Top 20, mas há boas músicas no conjunto da obra, tanto próprias quanto algumas covers, em especial Paranoid [Black Sabbath] e Cinnamon Girl [Neil Young].
D.E.P. (ou R.I.P.).

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Operação Serra

SurfCervejaRock: Operação Serra contra os bebedores de coca light - 1 Na Semana Santa próxima passada fui chamado para tomar parte num evento histórico: libertar uma inocente chopeira do jugo opressor dos nefastos burgueses bebedores de coca-cola light. (Para a proteção dos leitores, os nomes dos envolvidos serão substituídos por seus nomes de guerra.) Liderando a empreitada estava o Ceral (Comando Extrarrevolucionário de Laranjeiras), encabeçado por Subcomandante Vikthor e companheira Natalina.
Tinha início a operação Serra.
Na hora H do dia D, esperava pelo Sub (como é carinhosamente conhecido por seus seguidores) com um misto de nervosismo e vontade de lutar pelos oprimidos, num cafofo discreto e pouco conhecido da região.
Notório pela pontualidade menchevique, chegou exatamente uma hora atrasado. Depois de uma obscura história sobre ter sido seguido e ter que despistar os agentes azuis do capitalismo, prosseguimos por caminhos tortuosos e vias rurais em direção à Quebrada.
Lá, o Camarada Leonosky, nosso agente infiltrado, já havia tomado todas as providências: feito um mapa do local com localização exata dos banheiros, separado as canecas, afiado as facas e cortado a carne. O banho de sangue estava para começar.

As imagens a seguir mostram o grau de degradação a que uma chopeira pode chegar quando manuseada por mãos erradas e como um pequeno comando revolucionário pode libertar a pobrezinha.


SurfCervejaRock: Operação Serra contra os bebedores de coca light - 2 SurfCervejaRock: Operação Serra contra os bebedores de coca light - 3



SurfCervejaRock: Operação Serra contra os bebedores de coca light - 4 SurfCervejaRock: Operação Serra contra os bebedores de coca light - 5

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ilha de Lixo

Projeto Kasei Muitos dos que acompanham sites como Surfline, Waves e afins já leram sobre o assunto: uma mancha de lixo que flutua à deriva entre a Califórnia, nos Estados Unidos, e o Japão, duas vezes o tamanho do território estadunidense do Texas (é grande para kct). Foi descoberta em 1997 e nada, absolutamente nada, foi feito pra resolver isso, até que um pessoal criou o Projeto Kasei, com bases em São Francisco (Califórnia) e Hong Kong. Seu trabalho ainda está no começo, mas espera-se que tragam mais respostas e soluções que perguntas e (novos) problemas. O site é interessante e tem bastante informação, eu recomendo. Gostei do lema que eles adotaram, criado por Jacques Cousteau: The impossible missions are the only ones which succeed.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Da série Notícias esdrúxulas em tempos esquisitos

A política de cerveja só no almoço faz trabalhadores da Carlsberg entrarem em greve


COPENHAGEN – O porta-voz da cervejaria informou que muitos funcionários abandonaram seus postos de trabalho ontem em protesto contra a remoção de coolers de cerveja e as novas regras sobre beber no local de trabalho.


Empregados do armazém e da produção se rebelaram contra a nova política sobre álcool da empresa, que os permite beber cerveja apenas na hora do almoço e na cantina da fábrica. Antes eles podiam pegar cerveja dos coolers espalhados pelos locais de trabalho o dia inteiro.


A única restrição era “não se pode ficar bêbado no trabalho. Todos devem ser responsáveis”, informou Jens Bekke, porta-voz da empresa.

Há muitos anos a Carlsberg queria implantar uma política mais rígida e decidiu impor a nova regra em primeiro de abril, revoltando os funcionários.


Bekke informou que 800 trabalhadores entraram em greve na quarta-feira e cerca de 250 abandonaram seus postos de trabalho ontem, o que levou à interrupção da distribuição de cerveja na região de Copenhagen.

Os motoristas de caminhão da empresa entraram em greve em solidariedade – embora estejam excluídos das novas regras, disse Bekke. Os motoristas podem beber três cervejas na cantina pois, em geral, não tem tempo para almoçar na fábrica.
Os caminhões têm uma trava na ignição para evitar que os motoristas dirijam bêbados, acrescentou Bekke.
Leia no original: NZHerald

quinta-feira, 8 de abril de 2010

SURF NO SANTOS DUMONT

Ao procurar algumas imagens para um post sobre o dilúvio que se abateu sobre o Rio de Janeiro e sobre a ressaca que o acompanha, me aproximei da entrada para Escola Naval (Ilha de Villegaignon) e comecei a tirar umas fotos das ondas que rebentavam perto da cabeceira da pista do Santos Dumont. Para minha surpresa tinha um cara sozinho dentro d’água. Conversando com o pessoal que estava por ali fiquei sabendo que ele surfa no local quando o mar está bem grande. As imagens falam por si mesmas. Veja um pequeno vídeo no nosso canal do VocêTubo .
(Nossa reportagem pede perdão pela qualidade das fotos, quando descolarmos um trabalho bem remunerado, a primeira coisa que faremos será comprar uma câmera melhor.)
Ondas no santos Dumont, foto 1Ondas no santos Dumont, foto 4Ondas no santos Dumont, foto 2Ondas no santos Dumont, foto 3Ondas no santos Dumont, foto 5

Malcom McLaren

Tava olhando o monte de notícia de M q sai no yahoo quando me deparei com essa:
Qui, 08 Abr, 04h37
Malcom McLaren, o ex-empresário musical britânico e autoproclamado mentor intelectual da banda ícone do cenário punk The Sex Pistols, morreu de câncer em um hospital da Suíça, onde estava sendo tratado, informou Young Kim, sua namorada. Ele tinha 64 anos.

Postei no tuíter que o Dio tá com câncer. A cada semana aparece mais um, tá muito sinistro isso... Maiores detalhes no PsychoCervas

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Você tubo & Tuíter

Criamos hoje um canal no YouTube, o http://www.youtube.com/surfcervarock. Por enquanto, há apenas alguns vídeos que colocamos como nossos favoritos, dividos em três listas óbvias: surf, cerveja e rock 'n' roll. Com o tempo, havereremos de criar os nossos próprios vídeos - já existe um, publicado em outro canal, o Surf Bagaceiro.

Já que estamos tão conectados, só faltava, do 'verbo' não falta mais, o twitter, cujas postagens estarão disponíveis no lado esquerdo deste blog - assim que eu aprender como se faz isso ;-)
Sucessos a todos

quarta-feira, 31 de março de 2010

Sepultura Weiss

Ontem vi no jornal que a empresa Fábrica do Chopp lançou uma cerveja comemorativa Sepultura Weiss para celebrar os 25 anos do grupo. Pelo que vi no kit de lançamento a cerva é de trigo (dããããããã, blogueiro babaca... é Weiss, né?) puro malte e ainda tem uma pequena descrição do produto.
Aparência: Amarelo escuro, bastante turva, boa formação e duração de espuma.
Aroma: Cravo intenso, banana e malte. Leve tutti-frutti.
Paladar: Doce de malte no início, seguido por citríco, condimentado e picante. Corpo leve.

Pensando aqui com meus botões, cravo, banana... tutti-frutti??? Que porra é essa? Já estou de saco cheio de fazerem da boa e velha cervejinha um novo produto chique. Querem fazer do bebedor de cerveja um novo enochato. Lembro de uma conversa com uma amiga, “Pô, esse pessoal de vinho é muito mala. No rótulo de uma garrafa tava escrito ‘aroma complexo’. Que raios é um aroma complexo?” Faço minhas as palavras dela, e agora imagino como seria a descrição de uma cerveja do Ratos de Porão.
Aparência: líquida e cor de cerveja.
Aroma: complexo (peido, angu e feijão).
Paladar: é melhor nem pensar.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Tubo

O amigo Cesinha postou isso no facebook.
Vale muito a pena.
Stephan Figueiredo mandando bala.
abraços

Eleição no clube, porrada e uma cervejinha (porque ninguém é de ferro).

Ontem fui votar na eleição da nova diretoria do clube de que sou sócio. Eleição em clube é um negócio, no mínimo, engraçado. Eu faço natação de terça a sexta na hora do almoço. Por causa do horário fiquei conhecendo os outros sócios (uns seis ou sete) que malham na mesma hora e, de modo geral, o local vive vazio. Mas no domingo o clube tava apinhado de gente, tinha sócio saindo pelo ladrão.
Cheguei às 9h30min e o couro já tinha comido, o presidente da mesa acertou um direto no nariz de um dos integrantes da chapa de oposição. A turma do “deixa disso” logo entrou em cena, mas os ânimos estavam exaltados. Esperei as coisas ficarem mais calmas e me alinhei para votar. O bate-boca voltou e a oposição retirou a candidatura, mesmo assim ainda tinha muita gente lá fazendo onda. Fiquei conversando com outros seis sócios que conheço, e bebemos umas cervejas, aí sim a coisa ficou bacana. Não apenas pela cerveja, mas o sujeito que tomou o cachação apareceu com a polícia. Eu queria mesmo ver o circo pegar fogo, mas prossegui quietinho no meu canto. Pouco depois o presidente da mesa, o cabeça da chapa da situação e uns outros caras foram para a delegacia.
Deu mais um tempo, o sétimo conhecido apareceu e perguntou: “A merda já aconteceu?”. Fiquei meio espantado de como ele sabia que tinha dado merda. “Meu filho, eleição em clube é sempre assim, as cagadas surgem no início e no fim. Por isso que cheguei agora (meio dia)”, disse ele. Seguindo o conselho do nobre colega, bebi mais uma cerveja e piquei a mula.

domingo, 14 de março de 2010

Jet Ski

jet xícara sem noção
Penso que não apenas os surfistas, mas também diversos outros frequentadores de praia têm a convicção de que os usuários de jet ski querem apenas aparecer. Quando aparece um, todos notam sua presença, seja pelo barulho, por espantar os peixes ou por estragar as ondas. Deve existir uma meia dúzia que realmente gosta da parada, mas não poderia deixar de 'homenagear' um dos tipos mais sem noção de todos os litorais =) [foto tirada de um post antigo do blog Inside the Gold Mine, mantido pela galera do Australia's Surfing Life Magazine]

sexta-feira, 12 de março de 2010

Deixa a loura rebolar!!!!!


Lendo os jornais vi que o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) proibiu a veiculação do comercial da cerveja Devassa com a Paris Hilton. Motivo? Acho que não teve. Foi uma coisa muito estranha. No Globo, mostra que o órgão “recebeu denúncias de consumidores e de associações ligadas às mulheres”. Era algo como preservar o direito da mulher, evitar fazer da mulher um objeto, ou qualquer coisa assim. Bem, o comercial taí no youtube para quem quiser ver.

De acordo com o artigo “Devassa da devassa”, publicado no caderno Mais da Folha de São Paulo de O7/03/2010, de Renato Janine Ribeiro, a mídia exalta a atuação do Conar quando se fala em regular os excessos da TV sem intervenção do Estado, mas ninguém pensa na atuação desse órgão quando o negócio é regulação social. Ainda segundo o autor, existe uma certa discrepância entre as resoluções do Conar: o Conselho de Enfermagem venceu uma batalha, as profissionais do ramo não podem ser vistas como mulheres fáceis, mas os psicólogos podem ser ridicularizados, pois as propagandas não são nada além de engraçadas. Pelo artigo, “tudo depende do grau de mobilização dos que se sentem ofendidos”. (Foi mal, mas não consegui encontrar um link para a matéria da Folha.)

Lendo o texto entendi que o grande barato é: o que é politicamente correto e aceitável na propaganda e na vida social brasileira?

Vamos abordar essa questão de forma rápida! Quem já viu o comercial? Eu vi. Não achei nada de mais, nada diferente do que vi num programa matutino de TV, hoje, tomando café na padaria: um monte de mulher de minissaia rebolando e mostrando a calcinha ao som de forró. Podemos ver isso, mas não podemos ver uma gringa chacoalhando enquanto pega uma lata de cerveja.

Acho que isso tem pouca coisa a ver com fazer da mulher objeto ou com a autorregulamentação publicitária. Faz tempo que ninguém bebe nada em comerciais de cerveja, os atores e atrizes só levantam o copo, corta para outra coisa qualquer e depois eles abaixam o capo e fazem AHHHHHHHHHH!!!!! Dá a impressão de que beberam, mas ninguém viu.

Repetindo o autor do artigo: “tudo depende do grau de mobilização dos que se sentem ofendidos”. Vamos nos mobilizar e fazer uma campanha: DEIXA A LOURA REBOLAR, PORRA!!!!!!

quinta-feira, 4 de março de 2010

O surf, as bases e as mulheres.

Vendo o campeonato de Snapper Rocks pela TV, o Renan Rocha comentou o seguinte: “... realmente... é incrível como um goofy consegue mandar tão bem nessas direitas.”

Começaram os risos.
- O que foi?
- Nada, não. - Respondeu ela.
Os risos prosseguiram.
- Qual foi? ‘Tá rindo do quê?
Uma pausa entre uma risadinha e outra, e:
- Goofy!
- E daí. Qual é a graça?
A resposta foi uma pérola que já devia ser esperada.
- PATETA! - E a explosão das gargalhadas.

Putz... às vezes a gente esquece disso, mas o termo é exatamente o nome do personagem. Mesmo assim, explico o significado.
- Quem coloca o pé direito na parte da frente da prancha é chamado goofy footer.
Pior ainda.
- HAU HAU HAU HAU!!!!! PÉ DE PATETA!
Mas como diria o bom Mike Nelson, personagem de seriado de Aventura Submarina: e eu não sabia que o pior ainda estava por acontecer.
- Então quem coloca o pé esquerdo na frente da prancha é... é... é... Mickey! HAU HAU HAU.
Poderia ter sido ainda mais horrível, Pato Donald. Pelo menos, aproveitei a pausa que ela fez para respirar e digo que não, o nome é regular.
- Você coloca o pé esquerdo na frente, né?
- Isso aí.
- Mas você não é regular.
- Por que não?
- Você mal consegue ficar em cima da prancha por muito tempo. Hau hau hau.
- Êêêêê... devagar aí. ‘Tá achando que é quem? A Pequena Sereia?

Porém, a saída mais honrosa, e menos turbulenta, foi mudar de canal.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Carnaval? Quem? Onde? Como? Já acabou?


Hermanos, sou um apreciador dos folguedos de Momo. Essa declaração pode soar bombástica para muitos, mas... é isso aí, me amarro em carnaval! Mesmo assim, sou comedido, passo esses quatro dias de festejos curtindo a minha folia particular: bebendo cerveja em quantidades industriais, pulando de um lado para outro e zoando quem aparecer na minha frente. Tem gente que se arruma, faz fantasia, e para quê? Depois fica tudo mundo um bagaço, doidão, e termina escornado na avenida Rio Branco. Ta lá fantasiado, bonitinho, mas tá escornado na avenida Rio Branco.
Diferente de outros anos tão comedidos como eu possa ter tido, resolvi sair da minha “zona de conforto” e me aventurar pelas selvas de Botafogo. O primeiro passo foi o mais difícil, sair de casa. A cabeça tava pesada devido à folia do dia anterior (Cordão da Bola Preta), mas tomei coragem e um balde de café e eu e minha camiseta do Sonic Youth colocamos nosso bloco na rua. Passei pelo Bonde da Folia, que já saiu sem o carro de som (o pessoal acreditou que um vereador iria bancar a farra. Doce ilusão). O que veio na sequência foi uma demonstração de amor ao Momo que nem eu imaginava que tinha, pegar o metrô. Puta que pariu!!!!!!! Todos os vagões estavam lotados de uma forma que não passava bactéria com vaselina. Como diria um amigo meu: carnaval é um esporte de contato, e eu caí para dentro com tudo. Depois de uma desconfortável viagem sem ter onde me apoiar, cheguei na quebrada.

Encontrei com Jônatas, meu grande chapa, e bebemos umas poucas cervejas, só umas dez. Quando eu já estava quase me sentindo eu mesmo de novo, toca o telefone. “Vamos nessa, mermão”, informa aquela digníssima criatura de Jônatas, me pegando pelo braço. O destino? Bloco Cru!!!!! E digo mais: bom bagaralho. Achei um barato a mistura de rock com batucada, embora eles tenham a tristeza de tocar uma música da série “As mais manjadas das mais manjadas”: Should I Stay or Should I go. Mas vá lá, a cerveja do boteco tava gelada e a rapaziada, maior animação. Comedido como sou, zoei o plantão literalmente, nem o PM que tava na segurança, que foi um cara muito maneiro e não me levou em cana, escapou.
Em determinado momento encontro o Alemão e o Capíta, meus amigos de longa data, e zoamos mais um pouco, só para não deixar passar em branco. Depois eu me perdi do Jônatas. Eu estava legal e, comedido como sou, só bebi mais umas “trezentas e trinta e doze” cervejas. liguei para este último, que foi um verdadeiro gentleman e me deixou dormir no sofá. ZZZZZZZZZZZ.
Segunda-feira de carnaval, é dia de Bloco de Segunda, mas essa é outra história.
Resumo da ópera: no carnaval o couro come, a jiripoca pia, chuta-se o pau da barraca... e depois tudo volta ao normal. Curioso isso, né?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Imprensa

Nunca vi nenhuma press conference como essa. Tinha que ser de um dos caras mais rock & roll da história: Tom Waits. Curioso foi o fato de ter visto este vídeo no blergh da Steph Gilmore (tricampeã mundial de surf, etc e tal).

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Carnaval em Itamambuca

Itamambuca (Ubatuba/SP)

Pra quem não sabe (deve ser pouca gente), Itamambuca é uma praia de Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Fui pra lá a fim de surfar neste carnaval. As previsões eram favoráveis (e se concretizaram), tanto de ondulação quanto de tempo, este último um aspecto importante pra quem vai acampar.
O camping do EcoResort fica na parte de baixo da foto, do canto esquerdo até o rio, que tinhamos de atravessar (20m?) para chegar à praia. Não havia correnteza, é raso e a água estava em torno dos 20º. Já na praia, a coisa mudou de figura. A água estava razoavelmente clara, em torno dos 25º (quente d+) e uma velha conhecida: a correnteza de leste, razoavelmente forte. Teve onda todo dia, de sábado até terça, variando de meio metrinho a 1 metrão; a ondulação estava, como a correnteza, de leste, quando a melhor é a de sul, mas isso não impediu-me de pegar umas boas e razoavelmente longas. Diferente daqui, havia muito mais ondas pra direita do que pra esquerda, o que muito me agradou (sou regular); pode ser considerada uma onda fácil, boa pra iniciantes.
Pra quem não quer atravessar rio pra chegar à praia, há diversas outras pousadas, e há que se marcar com razoável antecedência, principalmente em feriados e férias - como em qualquer outro balneário. É bem fácil de encontrar pelo google. O que fiquei, além do camping, tem vários chalés simples e outros mais alto nível, além da infra-estrutura bacana: piscinas, área para as crianças, de esportes, de jogos, bares/restaurantes.
Espero poder voltar lá, pois não pude ir às outras praias, principalmente a Félix, que dizem ser praticamente só tubo pra direita, além de a arrebentação ser mais perto.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sonho


Empenhei-me em publicar alguma coisa por semana...
Então lá vai...
uma imagem vale mais que mil palavras.
abraços cervejeiros
Pedro

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Verão, calor e falta de trabalho

Sei que fiz forfait semana passada e que isso não tem desculpa. Mas...

A vida de um freelancer, nobres colegas, é a eterna espera. Sendo assim, o negócio é aguardar que o ano comece depois que passar o carnaval. O tempo se prolonga e você manda 15 e-mails diários procurando trabalho, espera mais uma semana e neca. Então ficamos nessa: pensa na vida, varre a casa, faz um café, tira o pó dos livros, vai na esquina e bebe uma cerveja, faz um mate, limpa o chão etc. O piso tá brilhando, mas a falta do que fazer nos deixa com a pulga atrás da orelha, limpa de novo. O calor é senegalês, e o lado bom desse momento limpeza é que estamos sempre ao redor d’água. Como dizem: ao faxinar a casa, lavamos a alma. Isso é necessário de tempos em tempos, tão necessário quanto um banho de mar, um exercício físico, uma higiene mental ou o trabalho e o ócio que nos cercam. No momento correto, pensar faz bem. Alguns podem questionar: “pensar sempre faz bem, cara! Deixa de ser burro!” O buraco é mais embaixo, “mermão”. Quando trabalhamos sem descanso, não pensamos. Estamos sempre naquele estado de reação imediata aos estímulos externos: o treinador joga a bola e o cachorro corre e pega. Compreenda: você é o cachorro. Esperar e pensar são momentos que devem ser apreciados e estimados com o devido respeito.

Mesmo depois de tantos devaneios é necessário continuar a procura por trabalho, como o diria o meu irmão é “a filosofia do Silvio Santos: quem procura acha!”. Mas cansa e dá nos nervos, ainda assim continuamos. Vamos em frente.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O bar família

Às vezes, a única coisa que queremos num bar é sossego. Você chega, pega sua cerveja e vai para o seu canto, pode até bater um papo com o pessoal que está lá, mas tudo é muito tranquilo e calmo. Não se quer burburinho ou aquela coisa de ver e ser visto, aliás, a última coisa que se quer em certos momentos é ser visto. Por quê? Não precisa de motivo, você só quer beber sua cerveja e ficar em paz.
Frequento um bar que é perfeito para dias como esses: Bar e Mercearia Taylor ( rua Taylor, 36 térreo). Conheci o estabelecimento faz uns quatro ou cinco anos, quando subia para casa. Passava por ali e olhava o jeito do lugar: as três portas de correr, os azulejos, o pé-direito alto, o grande balcão em U (o lado esquerdo de quem entra é bar e o direito, mercearia), o espaço de circulação, o pessoal vendo jornal ou novela na TV do bar e a rua pacata. Numa tarde de verão, entrei e pedi uma cerveja. Fiquei na minha, olhando a paisagem árida do centro da cidade. Puxei uma conversa com quem estava ali, o pessoal conversou, um pouco ressabiado, pois nunca tinha me visto. Mas o tempo foi passando e eu parava ali uma, duas ou até três vezes por semana, e fui conhecendo as pessoas. Aquele pedaço de rua se resume a uns poucos edifícios (dos grandes), os clientes em sua maioria moram ali há muitos anos. Por todos se conhecerem, o ambiente é quase de vila. Como em todo bar, é possível se conversar sobre quase qualquer assunto: política, economia, informática, o que vier o pessoal traça. Volta e meia, tem um ou outro que fala mais alto, mas é ocasional, e jamais vi um bate-boca ou uma briga. O bar é uma extensão da casa daquela gente. É um bar família no melhor sentido que essa palavra pode ter.
O dono é o Paulo Cezar, o PC, 46 anos, casado duas vezes, dois filhos, que comprou o estabelecimento há 17 anos. Trabalhando sozinho e neurótico com limpeza, cuida do lugar como se fosse a própria casa; o balcão e o piso estão sempre brilhando. Pensando bem, aquilo é a casa dele, passa mais tempo ali que no aconchego do lar. Por ter morado na Lapa quase toda vida, conhece todos os clientes pelo nome e tem muita história para contar, outro dia ele me disse que viu o Madame Satã quando era pequeno: “Era um senhor negro, velhinho e magro, mas todo mundo sabia quem era. Ele era amigo de uma senhora que era dona dessa casa aqui de baixo. Minha avó me mostrava, com discrição: Olha lá o Madame Satã.” Todo mundo tem conta lá, mesmo que nunca tenha colocado nem um copo d’água no pendura: “Até você também tem, só que não usa. Olha o seu nome aqui na prancheta”. E tava lá o meu nome, sem nenhum valor escrito ao lado.
Embora o PC não beba ou fume nem jamais tenha tocado em qualquer droga, ele é chocólatra e sedentário confesso, o que lhe rendeu uma hipertensão. De vez em quando se sente mal, com dor de cabeça e estressado, a turma toda fica preocupada. Diversas vezes cheguei lá e ele não estava. “Ué, cada o cara?”, pergunto. E a resposta que vem de trás do balcão é invariavelmente a mesma “Teve que dar uma saidinha para ver uns negócios ali embaixo, mas o que você quer? Cerveja? Qual?”. O PC deixa o bar aos cuidados de quem estiver por ali, em geral, é uma pessoa de confiança. Até eu já fiquei atrás daquele balcão uma vez.
Lá não há acepipes, escondidinhos ou coisas pops desse gênero, mas batatinhas fritas industrializadas, tremoços, salame, queijo prato etc. Quem quer ir num bar para comer as tão faladas “comidas de boteco” da moda, na verdade, quer ir a um restaurante. E esse não é o caso. Mas o curioso no Taylor é que as guloseimas que têm mais saída são o bolo de chocolate e o pudim de leite condensado (feitos em casa); lembrem que o PC é viciado em doce. Com relação às bebidas: a cerveja é gelada e o preço, normal; e ainda têm aquelas cachaças comuns e outras coisas para fazer um rabo de galo ou coisa parecida. Lendo esse texto, o observador desavisado pode pensar: qual é o grande atrativo desse lugar? E a resposta é simples: calma, tranquilidade, cadeira na calçada e cerveja.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Rio é roquenrol?

"Sofremos com essa ideia de cidade do carnaval, com o papo de que aqui o negócio é samba e chorinho... Não aguento ouvir que a Lapa é do samba. Lá tem o Circo Voador!" As palavras acima são do Bacalhau, baterista da banda Autoramas, e foram publicadas na edição digital d’O Globo (4/01/2010) quando da divulgação do DVD/CD Autoramas Desplugado. Além disso, segundo o jornal, o baterista “arrisca um misto de falta de interesse de público, de casas adequadas e de uma política pública voltada para o rock”.
Concordo em parte com o Bacalhau, a Lapa e o Rio já foram mais rock, mas também já foram mais reggae, mais samba, mais chorinho, mais MPB, mais lambada... a lista pode ir ao infinito se pensarmos em todos os modismos que já imperaram por aqui. E, segundo me consta, a Lapa é um dos berços do samba no Brasil, e este gênero merece seu lugar reservado em qualquer recanto que tenha uma aparelhagem de som e pretenda tocar... samba. No entanto, fiz umas perguntas para o Celão, grande alvinegro e baterista dos Inimigos do Rei, que mandou uma boa resposta sobre modismos e mercado “... o mercado fonográfico (que não existe mais, e ninguém sabe o que vai acontecer) fazia o marketing de cada verão um estilo!”. Acredito que isso também é verdade. O modismo mais recente é o samba! E já dura alguns verões. Por favor, sem preconceitos e hipocrisias, minha intenção não é ofender ninguém, simplesmente acho isso. Acredito que a falta de interesse por parte do público é devido ao modismo. Mas a Lapa, conforme todos gostam de alardear, é eclética e democrática, ainda é possível encontrar lugares nos quais ouvir, dançar, pular ou fazer o que lhe der na veneta ao som de rock: a festa Se a moda pega, promovida pela banda Canastra no bar (casa de show, restaurante ou sei lá o quê) Estrela da Lapa (Mem de Sá, 69) já está em seu segundo ano. De acordo com o Jornal do Brasil a festa é regada a rockabilly, dixieland, surf music e jovem guarda e rola toda quinta. (Curioso como os desde os Raimundos, pelo que vejo, os roqueiros ressuscitaram a jovem guarda, que foi visto desde a época do programa de TV como coisa de alienados e cópia mal feita de música de gringo).
A questão de casas adequadas para o rock acho que pode dar o que falar, mas passei na Banca do Blues (esquina de av. Rio Branco com Pres. Wilson) e perguntei sobre os shows que aconteciam ali. O Paulo, dono do estabelecimento, produziu diversos shows, ali mesmo na esquina, que foram um sucesso (eu mesmo fui a alguns). Como ele mesmo diz: “era show mesmo, não era rodinha de violão, não”. O espaço era aberto aos novos talentos, mas não deixava de ter gente consagrada (exemplos são Big Gilson, Claudio Bedran e Pedro Strasser, todos do Bleus Etílicos; Jefferson Gonçalves, do extinto Baseado em Blues; e Big Joe Manfra), e ainda por cima esses músicos se apresentavam de graça. O show era do jeito que o carioca gosta: de graça e em espaço aberto. Conversa vai, conversa vem e ele me disse que o subprefeito do Centro revogou a autorização para a realização do evento no começo do ano passado. Segundo a Subprefeitura, os motivos da suspensão da autorização foram “Aglomeração de pessoas na esquina, que causaria transtornos aos pedestres. A falta de banheiros químicos. Venda de bebidas alcoólicas na banca”. Engraçado, como pode um evento que começa sexta-feira às 21h, no centro da cidade, atrapalhar os pedestres. Segundo o Paulo, o problema foi mesmo com os vizinhos, nada de pancadaria, bate-boca ou coisa do tipo, mas tinha gente que não gostava daquela bagunça organizada. Sem problemas, o cara parou, pensou, e o negócio é o seguinte: o evento vai voltar com o mesmo nome, Banca do Blues, mas será na Vintage Music, loja de instrumentos musicais (rua Visc. do Rio Branco, 37, esq com Gomes Freire), ou seja Lapa. O primeiro show vai ser dia 16/01/10. Será que existe um local mais adequado para um show de música do que uma loja que vive de música? (Vide Modern Sound.) O engraçado do assunto é que o Paulo diz que o negócio é dedicado ao blues, quando cheguei lá ele tava vendo um DVD do Steve Ray Vaughan tocando Love Struck Babe, que na minha modesta opinião é um rock do caralho.
Já a questão de política pública voltada para o rock... acho que isso não rola, não. Só se os roqueiros do Rio se unirem. Quando digo roqueiro, digo os amantes do gênero, músicos e organizadores de eventos. Mesmo assim, vai ser bem difícil... só espero morder minha língua sobre a questão.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Aniversário Kvra

Aniversário Kvra 2010Hoje é dia do aniversário do Kvra, responsável, junto com meu irmão, pela minha volta ao surf. Ele ficou parado quase um ano por conta do nascimento do seu 1º filho, mas tá voltando à ativa. Esta foto, em que aparecem os ilustres escritores deste blergh e o dito cujo, já tem algum tempo, uns 3 anos, mais ou menos - a galera se preocupa mais em surfar e beber uma(s) do que documentar nossas caídas. Aliás, só foi tirada porque a Camila, mulher do Léo, foi e levou a câmera. Como não poderia deixar de ser, o Kvra também é excelente companhia pra cerveja e pro rock 'n' roll. =)

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A volta dos que não foram!



Amigos, eu não escrevo nada no "blergue" faz um tempo.
Sucedeu por motivo de força maior (será esclarecido em breve).
Como dizem entrei numas... pensei, pensei e pensei mais um pouco: fiz uma tal de resolução de ano novo!!!!!
Acho que todos vocês já fizeram isso ou tiveram o ímpeto de mudar tudo de um ano para o outro, eu jamais tinha feito isso.
O negócio é o seguinte... quero escrever alguma coisa por semana, não menciono datas nem metas de caracteres, mas escreverei algo com frequência.
Isso é uma surpresa até para o Oph... eu sei. Ele é meu grande e estimado amigo e estivemos separados por um tempo. Foram coisas da vida: ele tava com trabalho e eu, sem; ele tava sem trabalho e eu, com excesso.
Quero fazer algo que me dê prazer: escrever sobre surf, cerveja e roquenrol (não necessariamente nessa ordem, nem precisa ser só sobre isso).
Vamos que vamos
Anchos amplexos
Pedro